Travo — uma marca portuguesa posta no mundo
A Travo tem produção, produto e ambição de exportar. O que não tinha era um sítio onde um comprador estrangeiro pudesse aterrar e decidir confiar. Não estávamos a combater um Excel nem um concorrente: estávamos a combater a invisibilidade — e isso faz um projeto 80% credibilidade e 20% funcionalidades.
Travo
Marca de exportação de gastronomia portuguesa
travo-food.com
Percurso pela versão em português: hero em vídeo, a seleção de produtos, a história da marca, o processo de exportação e o formulário de parceria. Sem som.
Três idiomas, um catálogo, e leads a chegar
Tudo editável, sem nos chamar
O conteúdo vive num CMS (Sanity): produtos, textos, fotografias, páginas da história da marca. A cliente muda o que quiser, quando quiser, sem tocar em código e sem esperar por nós. Foi este o critério que justificou o custo de um CMS — edições semanais, a sério.
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Tradução tratada
O português é a língua-fonte: escreve-se em português e a tradução para inglês e francês é feita automaticamente ao publicar. Ninguém tem de manter três versões à mão — que é exactamente como um site multilingue morre.
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Catálogo que um comprador consegue avaliar
Produtos agrupados, com a informação que um distribuidor precisa para decidir. Fotografia profissional em grande — num site de comida, a imagem é o produto.
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Captação e gestão de leads
Formulário de parceria protegido contra robôs, com os pedidos guardados e notificados por email. Painel de administração para a equipa ver e tratar quem pediu contacto.
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Encontrado, e rápido
Renderizado no servidor para o Google poder ler, com metadados por página e por idioma. Rápido no telemóvel, que é onde metade dos compradores abre o link que lhes enviaram.
A conversa começa de um link
Antes, explicar a marca a um comprador estrangeiro era uma chamada e um PDF. Agora é um endereço que se envia, em três idiomas, com o catálogo lá dentro e um formulário no fim. Os pedidos de parceria entram sozinhos.
Travo
Como está feito
Para quem quiser saber
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O CMS é a única fonte dos textos. Não há frases em inglês escondidas nos componentes à espera de aparecer — se o CMS falhar, o site mostra uma página honesta de indisponibilidade em vez de uma página cheia de espaços em branco.
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Vários idiomas com metadados próprios e ligações entre versões, para o Google saber que são a mesma página em línguas diferentes.
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Formulário com honeypot, verificação anti-robô e limite de pedidos em duas camadas — por IP e global — para uma inundação não esgotar a quota de email e fazer as leads reais deixarem de chegar em silêncio.
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Base de dados em plano gratuito com um worker diário a mantê-la acordada, porque esse plano adormece projetos parados ao fim de uma semana e a reactivação é manual.
Quero algo assim para a minha marca
travo-food.com
